6 de ago de 2011

A Descoberta de um Deus de Todos - Parte I



"Penso que toda oração feita com sinceridade, até mesmo a um falso deus ou a um Deus verdadeiramente mal concebido, é aceita pelo Deus verdadeiro e que Cristo salva muitos que nem pensam que O conhecem"

C.S. Lewis



Manoel disse para Joaquim que ele não poderia ser membro de sua igreja ou que se ainda o aceitassem o aceitariam apenas como “membro de banco” não participante das atividades que aconteceriam na igreja como tocar no louvor, pregar no púlpito ou ser líder de qualquer que seja o departamento. E também não poderia participar da ceia no terceiro domingo de cada mês enquanto não resolvesse sua vida. "Deus te ama, mas abomina os teus pecados", diz Manoel.

Joaquim queria ir à igreja de Manoel por que tinha visto ali jovens de sua idade e que aparentemente (pelo menos) se mostravam alegres.

Joaquim tinha cinco tatuagens sem contar o teu cabelo longo e ainda namorava uma garota que era espírita.

Manoel dizia a Joaquim que se ele quisesse ser bem aceito na congregação ele deveria primeiro mudar algumas coisas em sua vida, também disse sobre tatuagem e até comentou o fato do espiritismo de sua namorada chegando a aconselhá-lo a trocar de namorada. “Existem garotas do Senhor como promessa de uma vida nova para você”, dizia Manoel.

Joaquim gostava de suas tatuagens e não via mal nelas tanto quanto não via motivo de arrependimento, mas estava disposto a cobri-las com calças e camisas de manga longa quando estive nos cultos. Também ele estava disposto a cortar o cabelo apesar de sempre cuidar bem de seus fios longos e castanhos. Ele ponderou nestas coisas e viu que poderia dispensar certas coisas para estar de acordo com o novo grupo que ele queria entrar e se socializar. Logo, lembrou de quando sua mãe o levava para a igreja e como era simples correr pelos corredores e brincar de esconde-esconde com as outras crianças, lembrara também das “tias” da EBD que sempre promoviam brincadeiras e doces para todas as crianças da igreja.

Sua mãe lhe dizia que aquela era a família de Cristo e que todos eram seus irmãos. Joaquim se lembrou dessas palavras e de como via isto, lembrou que na época achava que a família de Cristo era bem maior do que os 800 membros daquela igreja e que também não entendia por que sua mãe não queria que ele jogasse bola, bolinha de gude e rodasse peão com os meninos que não eram da igreja. Dizia sua mãe que era para que ele não aprendesse coisas ruins com esses meninos, mas ele lembra que respondia que se estivesse tão cheio de coisas boas não iria correr perigo por que aconteceria o contrario, os meninos iriam ver algo bom nele e iriam querer isso bom que ele tinha.

Joaquim voltou a pensar no agora somado as lembranças das coisas que sua mãe dizia sobre a igreja e de como para alguns era importante e até mesmo essencial ir à igreja.


CONTINUA ...

3 comentários:

dig disse...

rsrsr Bacana...

Dedig disse...

No aguardo saindo a continuação me avise!

Marco Alcantara disse...

A segunda parte já está pronta e logo sai. Eu avisarei quando postar.

Abraço!

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