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4 de mai. de 2012

Quem Sou Eu? - Dietrich Bonhoeffer





Quem sou eu? Muitas vezes me dizem que eu sairia do confinamento da minha cela calma, alegre e firmemente, como um cavaleiro vindo de sua terra natal.

Quem sou eu? Muitas vezes me dizem que eu falaria com os meus carcereiros livre, clara e amigavelmente, como se me coubesse comandar.

Quem sou eu? Também me dizem que eu suportaria dias de má sorte uniforme, sorridente, orgulhosamente, como alguém habituado a vencer.

Sou realmente isso tudo o que os outros dizem?
Ou sou somento o que sei de mim,
inquieto, anelante e enfermo, como um pássaro na gaiola, lutando por conseguir respirar como se mãos estivessem comprimindo a minha garganta, anelando por cores, por flores, pelas vozes das aves, sedento de palavras bondosas, de urbanidade, tremendo de ira ante os despotismos e a humilhação mesquinha, fremente na expectativa de grandes eventos, tremendo impotentemente por amigos a uma distância infinita, fatigado e vazio na oração, no pensamento, na realização, desfalecido e pronto a dizer adeus a tudo?

Quem sou eu? Este ou aquele outro?
Sou uma pessoa hoje, e outra amanhã?
Sou ambas ao mesmo tempo? Um hipócrita perante os outros, 
e diante de mim mesmo um fraco desprezível e desolado?
Ou ainda há dentro em mim algo como um exército batido, fugindo desordenadamente da vitória já obtida?

Quem sou eu? O solitário pergunta zomba de mim. 
Quem quer que eu seja, ó Deus, Tu me conheces, sou Teu




1 de set. de 2011

Gungor .: Deus não é um homem Branco





Gungor continua sua ascensão através do gênero da música cristã, com a adição de seu vídeo da música, "Deus não é um homem branco", uma canção precisa e instigantes sobre os equívocos que envolvem a Deus

9 de ago. de 2011

Confissões Agostinianas


“Mas, que amo eu, quando te amo? Não amo a beleza do corpo, nem o esplendor fugaz, nem a claridade da luz, tão cara a estes meus olhos, nem as doces melodias das mais diversas canções, nem a fragrância de flores, de ungüentos e de aromas, nem o maná, nem o mel, nem os membros tão afeitos aos amplexos da carne. Nada disto amo quando amo o meu Deus.

26 de jul. de 2011

Às Vezes

*Eugene de Blaas*


*Abaixo pequeno poemeto em favor de minha amada esposa:


#Quantas Vezes

Quantas vezes é preciso dizer que te amo.

Quantas vezes é preciso te querer tanto.

Quantas vezes é preciso sonhar tão profundo o beijo que te quero dar.

Podem ser tantas vezes incontaveis que não cessam

Podem ser momentos eternos de declaração de amor

Podem ser cantatas, sonetos, poemas e afins

Tudo exposto num memorial sem fim.

Vem a mim sem demora amor

Que minha alma canta feliz

Lirica voz de quem ama

Perfumado corpo daquele que deseja

Todo tempo é nosso

Toda vida é eterna em nós

Vem dança comigo e comemoremos

A felicidade de saber que nos amamos

1 de jun. de 2011

A Igreja dos Fracassados e Imorais


A igreja que não aceita pessoas falhas e o fato que deve existir em favor delas nega explicitamente o evangelho da graça.

Tal igreja excludente não merece nem a misericórdia de Deus, nem a confiança dos homens.

A igreja deve ser consciente que sua fé é fraca, que não tem todas as respostas em si mesma, que recua e se isola do mundo quando lhe convém, que sua indiferença a torna culpada de um modo ou de outro de todas as injustiças sofridas e cometidas pelos homens.


Mesmo sendo verdade que a igreja deve se separar da perversidade ela nunca poderá oferecer qualquer respaldo ou pretexto para a supressão e distanciamento de qualquer homem ou mulher.

A igreja que ostenta sua hipocrisia perante os homens fracassados, daqueles que perderam sua fé e imorais não será justificada no Reino, por que esta apartada da graça.

Contudo a igreja que se esvaziar do preconceito discernindo os seus cômodos fracassos, distinguindo suas imperfeições e se mortificar em favor dos esquecidos. Será conhecida como verdadeira igreja do Reino de Deus.

A esta igreja fracassada, humilhada e imoral é dada a promessa de que será enlevada na verdade e justiça do Pai.

A igreja onde não se inclui e abriga excluídos morais e sociais não compreende sua própria identidade e o propósito da sua existência, sendo gritante o seu erro de rejeitar as pessoas que Cristo aceita.

A igreja que não ajunta espalha quando exclui os profanos e miseráveis aceitos pela graça, quando decreta sentenças duras, censuradoras e implacáveis, quando determina a comunhão da ceia só para alguns, quando nega o batismo em desconfiança a confissão de fé do individuo, quando nega a participação no evangelho por supressão e anteposição moral.


Desse modo estamos estabelecendo um jeito totalmente profano e indigno de se preocupar com as obras.

Portanto a igreja só irá progredir na verdade quando compreender de fato que um santo não é alguém bom e de boa aparência e sim um miserável, fracassado e imoral que experimenta diariamente a bondade e a graça de Deus sem nunca ter merecido.

25 de mai. de 2011

Devoção

Em vez de sermos seduzidos por novidades religiosas importadas e apostiladas, podemos olhar para o testemunho da história da Igreja e aprender com seus santos. João Cassiano, um dos pais do deserto, que viveu no Egito e na Gália nos anos de 360 e 465 toma o texto em que Jesus nos convida a orar em secreto (Mateus 6:5-8) e ensina:




"Devemos nos preocupar particularmente em seguir o preceito evangélico nos recomenda entrar no quarto e fechar a porta para orar ao nosso Pai.

Eis como cumpri-lo:
Oramos em nosso quarto quando afastamos inteiramente nosso coração do tumulto dos pensamentos e das preocupações; numa espécie de colóquio secreto de amizade muito suave, revelamos ao Senhor os nossos desejos.
Oramos com a porta fechada quando invocamos, sem descerrar os lábios, aquele que não leva em consideração as palavras, mas olha para o coração.
Oramos em secreto quando falamos com Deus somente pelo coração e a concentração da alma, e manifestamos só a ele nossas disposições, de tal modo que as potências adversas não possam adivinhar sua natureza. Tal é a razão do profundo silêncio que se deve guardar na oração. Nossas preces devem ser freqüentes, mas curtas para evitar que, caso se prolonguem, o inimigo tenha a possibilidade de insinuar a distração."
Extraído do livro Meditatio de Osmar Ludovico. [via] Chão Da Vida

21 de mai. de 2011

Capitulo Primeiro: O Inicio da Tristeza e a Caminhada entre Abismos [parte 1]


Até quando te esquecerás de mim, SENHOR? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo? Atende-me, ouve-me, ó SENHOR meu Deus; ilumina os meus olhos para que eu não adormeça na morte; Para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários não se alegrem, vindo eu a vacilar. Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação se alegrará o meu coração. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem.
Livro de Salmos Capitulo 13

Quando ainda continha em mim muita juventude fui convidado a ser padrinho de casamento de um grande amigo que congregava junto comigo em uma igreja pentecostal pequena da qual lutamos juntos para que crescesse. Na época lembro que, não tinha deixado a idéia de montar uma família florear, lembro que minha ansiedade era trabalhar, estudar e ver até onde eu iria com isso e que a idéia de fundar uma família era por demais atemorizada por que nunca me via preparado, ou mesmo não conseguia conceber alguém para viver a vida integralmente, pois entendia ser impraticável uma família se manter amando-se a vida inteira, afinal minha família se rompeu muito cedo.

Mas regressando ao mote do casamento de meu amigo, lembro que a pregação na cerimônia foi de que era desagradável ao homem permanecer sozinho.

“E minha alma, sem luz nem tenda, passa errante, na noite má, à procura de quem me entenda e de quem me consolará...” Cecília Meireles

Sempre fui só, nunca fui um indivíduo de muitos amigos, mas de escassos amigos sinceros e leais. Nunca fui de ter muitas namoradas e das namoradas que tive algumas vezes as cultivava por mera obstinação ou por algum sentimento que não lembro agora, mas se lembrasse também não saberia como.

Ou seja, jamais amei ninguém e jamais me conheci amado.

“Se as coisas são inatingíveis... Ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas.” Mario Quintana

Mas a partir desse casamento almejei muito amar alguém para a vida toda mesmo que isso fosse algo muito remoto como estrelas. Mas em uma comunidade de loucura virtual e por idéias espalhadas na rede conheci alguém distante e intangível a não ser pelo toque de vidro de um monitor. Ela era conhecida como Sol, habitava em Recife, Pernambuco bem longe da capital paulista.

Mas a cada toque de teclado, a cada frase interurbana, a cada carta ela me fez experimentar que era admissível eu amar e me experimentar ser amado, e ter um relacionamento de troca intima de sentimentos e especialmente uma união de existência duradoura.

Quando nos vimos pessoalmente no aeroporto da capital paulista me tornei um misto de homem sem jeito com alguém que estava determinado e que sabia que aquela era a mulher da sua vida, afinal como se pronuncia popularmente “toda panela tem sua tampa” e pelo jeito aquela seria a minha.



“Eu quero amar, amar perdidamente. Amar só por amar.”
Florbela Espanca

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Ainda continuarei o Capítulo Primeiro. Lembrando que é somente um esboço.

*Para quem não sabe lutamos muito por Davi, meu filho, desde seus sete meses de idade. Descobrimos nessa época que ele tinha um câncer raríssimo em crianças. O grande Golias a ser vencido se chamava Glioblastoma Multiforme localizado no sistema nervoso central. As previsões eram as piores possíveis a melhor delas era a cegueira e o lado esquerdo paralisado. Mas era unânime entre os médicos que estimativa de vida era só de mais três meses.
Mas hoje Davi está com dois anos e curado, foi mais de um ano de choro, luta e desespero avassalador que consumiu minha família.
Com está série de textos quero compartilhar algo que tem muito mais a ver com amor de Pai e filho do que um por que de nossas angustias.
Abraço!*

12 de mai. de 2011

A Verdade Vos Libertará !


"O fingimento não serve para nada. Uma máscara que é facilmente arrancada do rosto engana a poucos." (Sêneca)

Fingimento é atitude inata do individuo que vive em sociedade. Quem já não fingiu um sentimento ou uma atitude para com o próximo?

Eu confesso que já.

Quando um velho amigo de infância lhe encontra na rua de passagem e pergunta “como você vai?” ele não espera que você conte tudo que de ruim e bom aconteceu em sua vida estes dias. È claro que seu amigo somente está cumprindo uma convenção social e espera mesmo que inconscientemente que você diga um simples “tudo bem” e siga o seu caminho.

Os protocolos sociais que são comuns no nosso dia-a-dia são a real constatação da nossa natureza fingida.



Não seria duro demais pensar que a nossa sociedade é um hospício temporário de loucos fingidos onde ninguém assume uma atitude franca sem ser franco atirador?

A vida social tem seus protocolos a serem cumpridos e não consigo imaginar a igreja em nenhuma localidade no mundo ou por liturgia que seja que consiga fugir do fingimento inato do individuo que se presta ao convívio social.

Ou podemos fingir que a igreja fuja disso e criarmos uma ficção particular de amor regrado.

O religioso em sua maioria toma a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado em sua mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos seus próprios sonhos. Esquecendo que tudo Deus criou e tudo é de Deus, inclusive as coisas que ele viveu, vive e viverá fora de sua religião.


Outro ponto é dos que aderem a uma religião meramente para se socializar. E mesmo os que aderem por deveras outros motivos uma hora cedem a esses protocolos e logo se vêem num hospício dirigido por clérigos.

É visível que os que falam com clareza e honestidade são separados e obrigados a caminharem à margem da sociedade. Barreiras são criadas e quando são insistentes são exilados em hospícios para os sãos de caráter.

Os desgarrados dos protocolos sociais vêem o fingimento como algo ruim, mas não podem negar que ele é uma grande muleta e dá apoio mútuo a quem se une em volta de um objetivo social mesmo que seja uma vida em falsa comunhão.

Pois mesmo que temamos a dureza da verdade em sociedade ela dita com amor é sempre bem vinda e bendita e a mais pura verdade dita com rancor e irreflexão só originara amargura e desgosto.



Um dia a verdade sem grilhões vai entrar na igreja, na escola, passear pelas ruas e entrando nas casas e em todas as coisas vencerá o fingimento.



10 de nov. de 2010

Maravilhosa Graça

"O que aprendemos no amor nos faz crescer, o que aprendemos pelo medo faz a mente se contrair. Essa é diferença entre a Mensagem da Graça tão pouco pregada e o terrorismo espiritual pregado na maioria dos pulpitos."

12 de abr. de 2010

Solidão e Comunhão Não Carola


A comunhão carola e contemplativa não permite a ninguém que abra seu armário e exponha seus deslizes mais particulares e execráveis.


Sendo assim, é fácil optar preservar o armário e estar definitivamente sozinho com ele. Se caso decidir abri-lo e professar falhas se perpetuara uma solidão ainda maior diante dos santos de expressões mentirosas.

Os momentos de adoração que aparenta procurar um efeito prosaico, a oração comunitária e toda comunhão no ofício ainda parecem ser períodos de solidão íntima no ambiente dos companheiros.
Falta esperança de reviravolta neste tipo de comunhão, pois só experimentamos a comunhão como cristãos carolas e encaixados em nosso ambiente garantido e nunca experimentamos a comunhão como cristãos não carolas errôneos e carentes de sermos ouvidos.

É muita ousadia se declarar perverso, pois os semblantes carolas se vestiriam de odiosidade com a descoberta de um abominável sujeito em meio aos lícitos de justiça cômoda e própria.

O infeliz fato é que os ossos continuam lá no armário e logo não terá mais espaço. Nos domingos de manhã podemos todos juntos apenas fingir acreditar no pesar dos nossos erros e permanecer fingindo acreditar no perdão em um processo de cínico remorso e cínica beatitude.

O medo da justiça própria entre as pessoas não atrai ninguém a se mostrar como realmente é. Mas o isolamento na fortaleza das próprias convicções, racionalismos e temores às vezes nos tornam incapazes de enxergar que talvez nós não sejamos tão diferentes de alguém com justiça própria quanto gostaríamos.
Porém existem outros solitários, trepidantes e desconfiados tão igualmente solidários a comunhão não carola querendo repartir com experiência e confessar fracassos e desventuras. Estes comungam livremente de suas derrotas com quem quer que seja para depois rirem juntos de todas elas. Excepcionalmente os imperfeitos entenderão os destroços confessos por experimentar dos mesmos desastres.


Afortunados são os imperfeitos que comungam nos desgostos e que podem se confessar uns aos outros sem receio na comunhão não carola.

Ao contrário disso viveríamos em um trancado e sufocante solipsismo, buscando uma realidade única com o próprio eu e de que apenas as próprias experiências defeituosas são autênticas.

10 de abr. de 2010

Oração, Silêncio e Súplicas em Branco


O homem enquanto padece de sua condição mortal, busca, pois necessita de respostas. Existem respostas que não são encontradas no poder, na fama e nem mesmo na sabedoria terrena.

É pela oração que o homem trata de se aproximar e partilhar um pouco da sabedoria do infinito. Não encontramos a sabedoria no reino ou nas pessoas do reino... Deus É a Sabedoria.

Só conseguimos saciar nossa suplica, nossa curiosidade e iluminar nosso espírito quando realmente a oração nasce do nosso espírito.

Se refletirmos em oração, vem em nossa mente a imagem de pessoas desesperadas no hospital ou de um menino desobediente de joelhos antes de dormir, instruindo Deus sobre quem ele quer que seja abençoado. Aprendemos a pensar em oração como uma forma de subornar Deus, de pleitear com Deus ou de educar Deus.

Equivocamos-nos quando tentamos canalizar nossas orações e petições para o beneficio material próprio ou alheio.

Os judeus veneravam Deus com sacrifícios de animais. Caráter do qual refletia o senso comum de que para a veneração ser recebida e ouvida tinha de custar algo.

Quando o sentimento religioso fundamental não faz parte da nossa súplica, mas a gratidão. Entendemos que a oração não é só sobre algo que não temos, mas iremos entender também que a oração é a respeito do que temos e recebemos sem merecer.


Se realmente necessitamos pedir algo devemos pedir como se já houvéssemos recebido, lembrando que a fé é o verdadeiro suporte das nossas súplicas espirituais.

A comunicação com o reino divino só obtém uma completa resposta quando obedece a uma ânsia de conhecimento ou consolo espiritual. O mais que tanto nos preocupa não é conseqüência de qualquer esforço e sim do amor do Pai.

Se crermos que a oração é uma atitude de envolvimento com Deus, e se Deus é a fonte da vida, então está oração acaba se tornando também o momento de me comprometer com a vida.

Às vezes parece que o silêncio parece constituir a única resposta a oração. Mas o silêncio não significa esquecimento. Todas as súplicas que nasçam do espírito obtêm respostas. Todas...

O filho sempre tem o direito de perguntar ao Pai, mas Ele pode demorar a responder, a espera que o filho adquira amadurecimento suficiente para compreender a resposta. Também há uma infinidade de respostas indiretas de acordo com a disposição espiritual e intelectual de quem solicita.

Mas quando uma súplica fica temporariamente em branco, isso é um prenúncio freqüente de uma resposta que enchera em seu devido dia, um espírito enriquecido no crescimento do entendimento da graça.

3 de abr. de 2010

Você é Aceito!


Por Paul Tillich

A graça nos atinge quando estamos em grande dor e desespero. Ela nos atinge quando andamos pelo vale sombrio da falta de significado e de uma vida vazia...

Ela nos atinge, quando ano após ano, a perfeição há muito esperada não aparece, quando velhas compulsões reinam dentro de nós da mesma forma que têm feito há décadas, quando o desespero destrói toda alegria e coragem. Algumas vezes naquele momento uma onde de luz penetra nossas trevas, e é como se uma voz dissesse:

Você é aceito. Você aceito pelo que é maior do que você, o nome do qual você não conhece.

Não pergunto pelo nome agora; talvez você descubra mais tarde.

Não tente fazer coisa alguma agora; talvez mais tarde você faça bastante.

Não busque nada, mão realize nada, não planeje nada.

Simplesmente aceite o fato de que você é aceito. Se isso acontece conosco, experimentamos a graça.

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