Mostrando postagens com marcador hipocrisia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hipocrisia. Mostrar todas as postagens

6 de dez. de 2012

Jesus é tão louco quanto o chapeleiro, e a última ceia é a festa do chá maluco



Se o mundo é são, então Jesus é tão louco quanto o chapeleiro, e a última ceia é a festa do chá maluco.

O mundo diz: Preocupe-se com a sua própria vida; Jesus diz: Não existe esse negócio de própria vida. 

O mundo diz: Siga o caminho mais inteligente e seja um sucesso; Jesus diz: Siga-me e seja crucificado. 

O mundo diz: Dirija com cuidado- a vida que você salva pode ser a sua; Jesus diz: Quem procu
rar salvar sua vida, a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, achará. 

O mundo diz: Lei e ordem; Jesus diz: Amor.

O mundo diz: Tome; Jesus diz: Entregue. Levando-se em conta o que o mundo considera sanidade, Jesus é demente como um simplório. 

Qualquer um que pense em poder segui-lo sem ser um pouco louco trabalha mais por uma ilusão que pela cruz. "Nós somos loucos por causa de Cristo...", diz Paulo, diz a fé- a fé de que, em última análise, a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria do homem, a insanidade de Jesus mais sã que a implacável sanidade do mundo.

Frederick Buechner

16 de set. de 2011

5 Expressões mais mal usadas por evangélicos


5 – EXORTAR
Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa “animar, incentivar, estimular”. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade não significa repreende-lo. Quem está vivendo no erro não precisa de um incentivo, mas de um auxílio.

4 – LEVITA
Essa morreu no Antigo Testamento. Os Levitas eram descendentes da Tribo de Levi, e eram encarregados de TODO O SERVIÇO no Templo. Mas Levita tem sido usado como sinônimo de músico. Besteira pura! Pra começar a música no serviço levítico era a menor das tarefas. A faxina, organização e carregar peso nas costas, isso sim era a parte mais importante do trabalho. Levando em conta que não somos judeus, não somos descendentes daquela tribo e também lembrando que o Templo não existe mais, então estamos dispensados do serviço levítico. Músico é músico. Ponto.

26 de ago. de 2011

Não Idolatre o seu Líder

Diga-me, o que você diria de alguém que diz que sua denominação é a melhor? Que prega o tal evangelho da prosperidade sem parar? Que sua mensagem tem um foco terreno e na vida financeira somente? Diria que é um falso líder? Que está errado? Mas se eu disser que este homem é o pastor Raul Cavalcante? Ou o Silas Malafaia? Seu pastor ou líder? Essas mentiras passariam a não ser tão erradas assim?  

Acho interessante como a verdade aos nossos ouvidos muda dependendo da fonte, o mesmo vale para a mentira. Isto é, uma mentira contada por alguém que você confia plenamente parecerá verdade, e uma verdade falada pela pessoa errada poderá passar a ser mentira. Por exemplo, você lendo esse texto e sabendo que é de minha autoria pode até criticá-lo e se dar o direito de duvidar, mas se esse mesmo texto fosse escrito pelo pastor Raul, Silas Malafaia, René Terra Nova, aí o panorama muda, você terá um tendência a aceitar sem críticas mais facilmente, pois quem criticará seu próprio líder?

25 de ago. de 2011

Não sou vencedor

Descobri que não sou um vencedor. A igreja evangélica, ultimamente, vem batendo incessantemente nesta tecla: se você é crente, é obrigatoriamente um vencedor. Será?

Bom, tive algumas vitórias bem rumorosas, outras discretas. A algumas, credito a Deus; a outras, ao meu esforço, capacidade e empenho próprios. Também tive alguns fracassos retumbantes, e outros silenciosos. A alguns, credito ao mal externo (o diabo e o mundo); a outros, ao meu mal interno (minha carne e minha inabilidade).

19 de ago. de 2011

Manifesto Porta na Cara - Flagrante na agência bancária





O núcleo audiovisual do Circo Voador fez um pequeno teste para ver como anda a segurança de uma agência bancária.

18 de ago. de 2011

Padre não casa noiva sem calcinha e depilada





"A melhor religião é a mais tolerante." (Émile de Girardin)

15 de ago. de 2011

A Descoberta de um Deus de Todos – Parte II



Nota: “Esta é mais uma parte da série de contos que estou escrevendo sobre a igreja e o cristinismo em geral e também sobre coisas e pessoas que rodeiam esse universo.”
 
- Parte I – Parte II

Domingo por volta das dezessete horas era sempre a mesma rotina quase como um ritual não celebrado, aquela ultima olhada no espelho para ver a gravata e o cabelo e de relance olha para baixo e sorri contente pelo lustre que conseguiu no seu sapato preto. Manoel sai em disparada pega sua bíblia e corre para igreja que fica a duas quadras de sua casa, ele não quer chegar atrasado para poder ter tempo de orar antes do culto começar, assim como faz costumeiramente desde que se tornou presbítero e principal auxiliar do pastor de sua congregação. 

11 de ago. de 2011

Frases Soltas - Calvin e Haroldo


Abaixo posto ótimas frases retiradas das tirinhas de Calvin e Haroldo. Boas para uma reflexão (ou várias reflexões):

9 de ago. de 2011

Frases Soltas - C.S. Lewis

“Foi quando os cristãos deixaram de pensar no outro mundo que se tornaram tão incompetentes neste aqui“.
C. S. Lewis

27 de jul. de 2011

Morre John Stott

"O comentário mais importante que precisa ser feito sobre os pastores cristãos de todo tipo é que estão sob as pessoas (como servos) e não sobre elas (como líderes e, muito menos, como senhores). Jesus deixou isso bem claro. A principal característica dos líderes cristãos, afirmou ele, é humildade, não autoridade; bondade, e não poder."

John Stott


Morre hoje alguém que recentemente aprendi a admirar e a ler.

12 de jul. de 2011

Prato Sem Gosto

*Eugene de Blaas*



Por Marco Alcantara


"Uma inércia espiritual é nossa inimiga; uma tempestade talvez seja nossa amiga. A controvérsia talvez provoque pensamento, e por meio dele talvez venha a mudança espiritual necessária."
Charles H. Spurgeon

6 de jul. de 2011

Zé Amou Primeiro

Por Marco Alcantara


Ninguém conhecia Zé, ninguém olhava para o Zé e ninguém queria ser o Zé. Zé era só mais um Zé em um país de zezinhos.

30 de jun. de 2011

A Velha e a Nova Cruz


Sem fazer-se anunciar e quase despercebida uma nova cruz introduziu-se nos círculos evangélicos dos tempos modernos. Ela se parece com a velha cruz, mas é diferente; as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.

28 de jun. de 2011

A Farsa Moral do Politicamente Correto

Por José Carlos Sepúlveda da Fonseca

A maior parte das sociedades modernas cultua como valor básico a liberdade de expressão, pela qual todo e qualquer indivíduo pode manifestar publicamente e sem censuras suas opiniões, desde que estas não incitem ao crime. Mas, curiosamente, a chamada liberdade de expressão vai sendo corroída não tanto por dispositivos legais mas por uma mentalidade, uma ideologia que se vai disseminando a pouco e pouco. Eu a qualificaria como a ideologia do “anti-preconceito” e da “não-discriminação”.
.
O leitor já notou que, cada vez mais, diversas opiniões ou atitudes a respeito dos mais variados assuntos (culturais, científicos, políticos, sociológicos, até esportivos) são facilmente qualificadas de preconceituosas ou discriminatórias? E em nome da ideologia do “anti-preconceito” e da “não-discriminação” nosso modo de pensar e de agir é cada vez mais policiado? Policiado socialmente, policiado midiaticamente (se me permitem o termo).
.
Pode parecer contraditório, mas essa ideologia – e a mentalidade que ela gera – é ela, sim, profundamente discriminatória e cerceadora do direito de expressar idéias, em relação a todos os que não professam seus valores, ou melhor seus contra-valores.
.
Furor “não discriminatório”
Faça um teste! Dê, por exemplo, uma opinião contrária ao “casamento” homossexual, à adoção de crianças por “casais” homossexuais, ou formule um julgamento moral a respeito da homossexualidade e logo verá as patrulhas do pensamento “não discriminatório” se levantarem com furor, brandindo a acusação de homofobia, um epíteto de contornos mal definidos com o qual se pretende voltar a hostilidade pública contra alguém.

Se essa opinião for dada publicamente, com repercussão mediática, o furor “não discriminatório” subirá vários decibéis e contará com a preciosa colaboração de uma parte considerável do jornalismo engajado, que ampliará esse histerismo ideológico.
.
Estamos em presença do pensamento “politicamente correto”, que se tornou verdadeiramente policialesco em relação ao pensamento e à linguagem.

Alvos selecionados

Mas vejam bem, toda esta máquina de indignação tem seus métodos e metas, tem seus inimigos e cúmplices e escolhe os momentos e os personagens alvos de sua inconformidade.
.
Há poucos dias Evo Morales, o presidente da Bolívia, em uma de suas investidas anticapitalistas, defendia o “socialismo comunitário em harmonia com a terra”. Em determinado momento, afirmou que o consumo de transgênicos e de frangos alimentados com hormônios femininos causam a calvície, a homossexualidade e a impotência sexual (cfr. Valor e O Estado de S. Paulo 22.abr.2010).
.
Era de se esperar que o furor anti-homofóbico explodisse internacionalmente. Imagine-se que as afirmações tivessem sido proferidas pelo ex-presidente norte-americano George W. Bush, um alvo preferencial da mídia “politicamente correta”. A gritaria “anti-homofóbica” teria preenchido os espaços mediáticos, e os leões do pensamento “não discriminatório” teriam rasgado suas vestes em público.
.
Mas como a afirmação foi feita por Evo Morales, um membro da grei ideológica onde prolifera a ideologia do politicamente correto e onde o ativismo pró-homossexual tem sua guarida, os protestos foram bem minguados e tiveram um eco diminuto na mídia.

Silencioso marxismo cultural

Ao comentar este e outros episódios, o jovem e brilhante jornalista Henrique Raposo, no semanário Expresso de Lisboa (23.abr.2010) respondeu à pergunta: O que é o politicamente correto?

São trechos desse artigo que hoje quero compartilhar com os que acompanham o Radar da Mídia:
.
“I. O “Politicamente correto” é, se quiserem, um silencioso marxismo cultural.
Se o velho marxismo era uma coisa de massas, este novo marxismo é uma coisa silenciosa. O politicamente correto não é uma ideologia coletiva. É, isso sim, uma crença privada. Mas, atenção, é uma crença privada partilhada, em silêncio, por milhões. É um manual de comportamento e de policiamento do pensamento e do vocabulário.
.
II. O velho marxismo assentava numa simples dicotomia moralista: havia os “bons”, os operários, e os “maus”, os burgueses. O novo marxismo cultural readaptou essa lógica para a esfera cultural, religiosa e étnica: há o “mau”, o Ocidente branco, e há o “bom”, o resto do mundo não-ocidental. Isto, como é óbvio, gera a farsa moral dopoliticamente correto. Uma farsa que mina o debate das nossas sociedades.
.
III. Um exemplo desta farsa: há dias, Evo Morales disse uma barbaridade:
os transgênicos, segundo o Presidente da Bolívia, causam a terrível doença da homossexualidade. Esta declaração, que é um absurdo, não causou polêmica. Os “tolerantes” do costume não reagiram. Se tivesse sido um líder ocidental a dizer semelhante disparate, oh meu Deus, tinha caído o Carmo e a Trindade. Mas como foi um “indígena” da Bolívia, as boas consciências calaram-se. Tal como se calaram perante o racismo de Lula da Silva (“esta crise é da responsabilidade de louros de olhos azuis”) ou perante a ignorância criminosa de líderes africanos (“a AIDS é uma invenção ocidental”). Pior: os “tolerantes” são incapazes de criticar a “homofobia” de Morales, mas já são capazes de me apelidar de “racista” só pelo fato de eu criticar Morales. É esta a hipocrisia vital do chamado “politicamente correto”.”

27 de jun. de 2011

Brincar de Cristianismo

"Há aquilo que é mais contrário ao cristianismo, e à natureza do cristianismo. do que qualquer heresia, qualquer sectarismo, mais contrário do que todas as heresias e sectarismos juntos: brincar de cristianismo." (Ataque à Cristandade, pg. 8) - Soren Kierkegaard

17 de jun. de 2011

A Irrelevância Cristã


Por Marco Alcantara

Observo a cristandade - dentro dela diversos segmentos - e sempre me pergunto onde está a graça?

Observo as questões levantadas e não sinto a mínima vontade de comentar, interagir sobre seus assuntos, dilemas e esperanças. São questões que me parecem tão irrelevantes e tão banais.

Vejo as pessoas querendo buscar um olhar diferente de Deus ou somente chamar a atenção de um ser que dentro da fé que confessamos é Onisciente. Diante disso me calo e ignoro, ou pelo menos tento.

Vomitar toda a teologia sem vivenciá-la é irrelevante, mesmo que está teologia vá de encontro ao mais profundo teólogo póstumo ou a era pentecostal e suas estranhezas.

Pensar num cristianismo pragmático onde tudo deve ser pesado, pensado e posto em prática se tornou um discurso tão irrelevante por causa da banalidade de querer ser o melhor cristão do mundo que se equipara às questões rotineiras como decidir a roupa - ou no caso máscara e fantasia - que irá vestir.

Realmente é pura banalidade e irrelevância querer ser "visto" por Deus dentro do cristianismo vivenciado dessa forma. Digo isso pelos dogmas e divergências que existem mais debaixo para cima do que de cima para baixo.

Afinal existe um Deus pessoal e onisciente; então por que no meio do aglomerado de pessoas pedintes, em meio a gritos e histerias de uma demonstração bisonha de um falso poder tentamos chamar sua atenção?

Apesar de que creio serem irrelevantes as questões que trazem a pauta a unidade dos segmentos cristãos e suas idéias, regras, liturgias engessadas e dificuldades. Afinal o cristianismo nunca será uníssono, pois ele foi feito, e é praticado por pessoas que são tão diferentes entre si que nunca chegarão à utopia desejada e tão sonhada por alguns.

Creio serem irrelevantes as questões da cristandade por que somos crianças brincando de ter um “deus de pelúcia” que está pronto para tratar as nossas carências da maneira mais útil a nós mesmos. O problema é que existem tantas outras crianças com seus “deuses bonecos poderosos” desejosos para si e somente para si o que você que se acha único quer.

E nisso há o conflito que será ganho pela criança que tem o boneco mais armado pela sua “fé”.

São irrelevantes as nossas questões por que somos os peseudo-intelectuais-teologos de uma fé enlatada, rotulada posta numa prateleira duma loja gospel esperando o próximo movimento cristão que possivelmente será chamado de revelação profética, avivamento ou novo movimento cristão. Sendo que na verdade só existe a inércia daqueles irrelevantes cristãos que brincam de ter “deus” e são empurrados pelos que vem de trás e querem ser os primeiros.

Quando eu quero as respostas mais relevantes dentro do contexto cristão, simplesmente desligo meu computador, abro minha bíblia, leio, depois tapo meus olhos e ouvidos, cesso de falar e vou viver lá fora onde as pessoas que também vivem estão.

Então não me procure dentro de um segmento religioso que não irá me achar sentado buscando a atenção de um ser divino.

Vou lá fora viver no mundo que Deus criou e está me relacionar com meu próximo.

15 de jun. de 2011

Ricardo Gondim e os Criticos de Plantão


Por Marco Alcantara

Quem acompanha o LION OF ZION sabe que não costumo focar o conteúdo do blog em situações que se sucedem com os indivíduos; por mais que sejam os erros que estes cometam.

Não me sinto a vontade em levar critica ao comportamento de um individuo. Creio que o Pai trata com cada um individualmente.

Existe uma voracidade de algumas pessoas em criticar e acastelar a própria critica com uma ampla tenacidade e assim tornando-se refém dessa critica.

Também existem aqueles que se tornam voluntariamente criticáveis como o caso mais recente no meio cristão.

Ricardo Gondim é o nome da vez, ele tornou-se o peso e a medida na balança dos autoproclamados defensores da fé. Acredito que todos conhecem a fama que precede o nome de Gondim – um pastor amável que marcou a minha vida e validou a minha fé no que diz respeito ao que “a igreja proíbe e a bíblia permite”, me fez encarar o evangelho de forma mais orgânica, me fez a entender que com o amor tudo fica mais fácil de compreender e de viver.

O evangelicalismo brasileiro vive dias tensos de lutas politicamente corretas sobre o homossexualismo, de corrupção nos templos, de idéias turvas sobre os pilares do cristianismo entre propensões teológicas embrulhadas como novidade para serem aceitas, sendo que, na verdade são velhas idéias rejeitadas há muito tempo.

Gondim com coragem se voluntariou a critica quando por sua vez expôs suas idéias sobre o homossexualismo para a Carta Capital, tocou na ferida dos crentes e desmentiu aquele que até então o vinha chamando de bundão.

Querendo estar em conformidade com a maioria evangélica a Revista Ultimato tentou apagar uma história de 20 anos demitindo um de seus melhores colunistas.

Pratico no meu cotidiano a teologia reformada, digo que pratico por que uma teologia só se fundamenta com vivência e experiência diária. A teologia reformada torna minha fé sã, faz com que eu compreenda como andar no caminho da graça imerecida. Mas principalmente me faz entender que o Pai não confunde os que são seus.

O que eu creio é o oposto do que o Gondim ensina (Teísmo Aberto), mas não posso mentir que antes não partilhei de várias idéias dele e hoje não posso jogá-lo no lixo, mas com todo amor posso partilhar do pão com ele retendo o que é bom.

Gondim não é o Martin Luther King brasileiro, não consigo enxergá-lo assim como os seus discípulos o enxergam (clique aqui). Não usem de “coitadismo “ para defende-lo, fica caricato, improdutivo e idiotizado.

Contudo, agora existe uma vigilância sobre o que o Ricardo Gondim faz e diz como no vídeo postado onde ele fala sobre a vinda de Cristo (ou a não vinda) postado em vários blogs.


Não creio que o amor de Deus relativiza o que Ele faz ou que Ele é, o amor está em Deus e só conhecemos o amor verdadeiro nos relacionando com Ele por meio da fé. A Soberania não faz com que o Pai não seja pai, mas faz com que seja um pai-amigo e presente em todos os nossos momentos de dor.

A Soberania não nos distancia Dele, mas nos cativa por um relacionamento incomum e sem limites “atemporalmente”. Eu vivo isso diariamente, é o meu pão de cada dia, mas considero todas as demais coisas e retenho o que é bom.

Pelo menos para mim ainda existem coisas a se reter de Gondim, Caio Fabio e até mesmo Malafaia (mesmo que sejam raros os momentos bons, ainda há estes momentos). Por outro lado cada qual examine o que é bom e digno de reter que no mais o que se vê por ai é o levantamento de polêmicas para se levantar o prestígio.

Vaidade tudo é vaidade.

1 de jun. de 2011

A Igreja dos Fracassados e Imorais


A igreja que não aceita pessoas falhas e o fato que deve existir em favor delas nega explicitamente o evangelho da graça.

Tal igreja excludente não merece nem a misericórdia de Deus, nem a confiança dos homens.

A igreja deve ser consciente que sua fé é fraca, que não tem todas as respostas em si mesma, que recua e se isola do mundo quando lhe convém, que sua indiferença a torna culpada de um modo ou de outro de todas as injustiças sofridas e cometidas pelos homens.


Mesmo sendo verdade que a igreja deve se separar da perversidade ela nunca poderá oferecer qualquer respaldo ou pretexto para a supressão e distanciamento de qualquer homem ou mulher.

A igreja que ostenta sua hipocrisia perante os homens fracassados, daqueles que perderam sua fé e imorais não será justificada no Reino, por que esta apartada da graça.

Contudo a igreja que se esvaziar do preconceito discernindo os seus cômodos fracassos, distinguindo suas imperfeições e se mortificar em favor dos esquecidos. Será conhecida como verdadeira igreja do Reino de Deus.

A esta igreja fracassada, humilhada e imoral é dada a promessa de que será enlevada na verdade e justiça do Pai.

A igreja onde não se inclui e abriga excluídos morais e sociais não compreende sua própria identidade e o propósito da sua existência, sendo gritante o seu erro de rejeitar as pessoas que Cristo aceita.

A igreja que não ajunta espalha quando exclui os profanos e miseráveis aceitos pela graça, quando decreta sentenças duras, censuradoras e implacáveis, quando determina a comunhão da ceia só para alguns, quando nega o batismo em desconfiança a confissão de fé do individuo, quando nega a participação no evangelho por supressão e anteposição moral.


Desse modo estamos estabelecendo um jeito totalmente profano e indigno de se preocupar com as obras.

Portanto a igreja só irá progredir na verdade quando compreender de fato que um santo não é alguém bom e de boa aparência e sim um miserável, fracassado e imoral que experimenta diariamente a bondade e a graça de Deus sem nunca ter merecido.

Leia também...

2leep.com