27 de abr. de 2012
Os vacilantes, falhos e gananciosos homens que tentam barganhar com Deus
26 de mar. de 2012
Quer mudar o mundo? Mude-se intimamente em comunhão com o Pai
19 de mar. de 2012
Ama o teu próximo como a ti mesmo (Gl 5,14)
16 de fev. de 2012
Oração no Metrô: Estranha ou impactante?
17 de ago. de 2011
Jesus Caminhando sobre a Água - Um sermão sarcastico e sério não sobre o que você tem que fazer, mas sobre o que você é
15 de ago. de 2011
A Descoberta de um Deus de Todos – Parte II
9 de ago. de 2011
A busca de Isaac Newton por 'código da Bíblia' sobre o fim do mundo
Pai da física moderna realizou estudo detalhado do livro do profeta Daniel e do Apocalipse. Cientista relacionava profecias com história política e religiosa da Europa até sua época.12 de jul. de 2011
Prato Sem Gosto
*Eugene de Blaas*"Uma inércia espiritual é nossa inimiga; uma tempestade talvez seja nossa amiga. A controvérsia talvez provoque pensamento, e por meio dele talvez venha a mudança espiritual necessária."
4 de jul. de 2011
Orar Funciona
O Evangelho Maltrapilho
Creio que a Reforma realmente começou no dia em que Martinho Lutero orou sobre o significado das palavras de Paulo em Romanos 1:17: “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”.Como muitos cristãos dos nossos dias, Lutero se debatia noite adentro com a questão fundamental: de que forma o evangelho de Cristo podia ser realmente chamado de “Boa Nova” se Deus é um juiz justo que retribui aos bons e pune os perversos?
Será que Jesus veio realmente revelar essa terrível mensagem? De que forma a revelação de Deus em Cristo Jesus poderia ser acuradamente chamada de “Nova”, já que o Antigo Testamento defendia o mesmo tema, ou de “Boa”, com a ameaça de punição suspensa como uma nuvem escura sobre o vale da história?
17 de jun. de 2011
A Irrelevância Cristã
Por Marco Alcantara
Observo a cristandade - dentro dela diversos segmentos - e sempre me pergunto onde está a graça?
Observo as questões levantadas e não sinto a mínima vontade de comentar, interagir sobre seus assuntos, dilemas e esperanças. São questões que me parecem tão irrelevantes e tão banais.
Vejo as pessoas querendo buscar um olhar diferente de Deus ou somente chamar a atenção de um ser que dentro da fé que confessamos é Onisciente. Diante disso me calo e ignoro, ou pelo menos tento.
Vomitar toda a teologia sem vivenciá-la é irrelevante, mesmo que está teologia vá de encontro ao mais profundo teólogo póstumo ou a era pentecostal e suas estranhezas.
Pensar num cristianismo pragmático onde tudo deve ser pesado, pensado e posto em prática se tornou um discurso tão irrelevante por causa da banalidade de querer ser o melhor cristão do mundo que se equipara às questões rotineiras como decidir a roupa - ou no caso máscara e fantasia - que irá vestir.
Realmente é pura banalidade e irrelevância querer ser "visto" por Deus dentro do cristianismo vivenciado dessa forma. Digo isso pelos dogmas e divergências que existem mais debaixo para cima do que de cima para baixo.
Afinal existe um Deus pessoal e onisciente; então por que no meio do aglomerado de pessoas pedintes, em meio a gritos e histerias de uma demonstração bisonha de um falso poder tentamos chamar sua atenção?
Apesar de que creio serem irrelevantes as questões que trazem a pauta a unidade dos segmentos cristãos e suas idéias, regras, liturgias engessadas e dificuldades. Afinal o cristianismo nunca será uníssono, pois ele foi feito, e é praticado por pessoas que são tão diferentes entre si que nunca chegarão à utopia desejada e tão sonhada por alguns.
Creio serem irrelevantes as questões da cristandade por que somos crianças brincando de ter um “deus de pelúcia” que está pronto para tratar as nossas carências da maneira mais útil a nós mesmos. O problema é que existem tantas outras crianças com seus “deuses bonecos poderosos” desejosos para si e somente para si o que você que se acha único quer.
E nisso há o conflito que será ganho pela criança que tem o boneco mais armado pela sua “fé”.
São irrelevantes as nossas questões por que somos os peseudo-intelectuais-teologos de uma fé enlatada, rotulada posta numa prateleira duma loja gospel esperando o próximo movimento cristão que possivelmente será chamado de revelação profética, avivamento ou novo movimento cristão. Sendo que na verdade só existe a inércia daqueles irrelevantes cristãos que brincam de ter “deus” e são empurrados pelos que vem de trás e querem ser os primeiros.
Quando eu quero as respostas mais relevantes dentro do contexto cristão, simplesmente desligo meu computador, abro minha bíblia, leio, depois tapo meus olhos e ouvidos, cesso de falar e vou viver lá fora onde as pessoas que também vivem estão.
Então não me procure dentro de um segmento religioso que não irá me achar sentado buscando a atenção de um ser divino.
Vou lá fora viver no mundo que Deus criou e está me relacionar com meu próximo.
A Linguagem dos Milagres (Sto Agostinho)
Os milagres realizados por Nosso Senhor Jesus Cristo são obras divinas e convidam o espírito humano a elevar-se das coisas visíveis ao conhecimento de Deus.
E como Deus não é de natureza que possa ser visto pelos olhos do corpo; e como, de outro lado, os milagres que ele realiza ao governar e administrar a Criação, tornaram-se tão comuns pela sua freqüência, que ninguém presta atenção à admirável e espantosa ação de Deus na menor semente, ele reservou-se, em sua misericórdia, a realização de certos fatos, em momentos oportunos, fora do curso habitual da natureza.
Assim os homens passam a ficar admirados, presenciando fatos raros, embora não maiores do que os que se consideraram vulgares, em razão da assiduidade com que se realizam.
Governar todo o mundo é maior maravilha do que saciar cinco mil homens com cinco pães. Todavia, ninguém se admira com aquilo, mas se enche de admiração por isto, não porque seja maior, mas porque não é freqüente.
Quem sustenta ainda hoje o universo inteiro, se não aquele que, a partir de poucas sementes, multiplica as searas? Há aqui uma operação divina. A multiplicação de poucos grãos, de que resulta a produção das searas, é feita pelo mesmo que, nas suas mãos, multiplicou os cinco pães. Nas irão de Cristo estava esse poder.
Os cinco pães eram, de certo modo, sementes que, se não foram lançadas à terra, foram multiplicadas por aquele que fez a terra.
Foi, pois, apresentado aos sentidos um meio de, e elevar o espírito, foi dada aos olhos uma ocasião de se exercitar a inteligência, e de nos fazer contemplar, através de obras visíveis, o Deus invisível.
Mas não é a única coisa que devemos considerar nos milagres de Cristo. Perguntemos aos próprios milagres o que eles nos dizem de Cristo: se soubermos compreendê-los, veremos que eles têm a sua linguagem.
Cristo é o Verbo de Deus, e todo ato realizado pelo Verbo é para nós uma palavra.
Já notamos, pela narração feita no evangelho, a grandeza deste milagre, a multiplicação dos pães. Investiguemos agora a sua profundeza. Não nos deleitemos apenas com a aparência exterior do fato, perscrutemos seu segredo, pois o fato externo tem alguma coisa de íntimo.
Vemos, contemplamos, alguma coisa de grande, de sublime, e de inteiramente divino, pois só Deus o pode realizar, e então, pela consideração da obra, somos levados a louvar o autor. Se víssemos, em qualquer parte, uma carta muito bem escrita, não nos bastaria elogiar o copista que desenhou as letras com tanta beleza e perfeição, mas deveríamos ler o que elas exprimem.
Da mesma forma, quem observa o fato, agrada-se com sua beleza, e admira seu autor; mas quem compreende o sentido faz por assim dizer a sua leitura. Uma coisa é ver uma pintura, contentar-se com ver e louvar esse trabalho já o mesmo não se dá cem uma carta, pois somos convidados a ler o que ela diz.
Quando vês uma carta e não a sabes ler, perguntas: “que está escrito aqui?” já vês algo, e todavia ainda perguntas. E aquele a quem pedes o entendimento do que vês te mostrará algo mais. Ele tem um poder de visão, tu tens outro. Será que não vês como ele os caracteres? E, no entanto, não conheces como ele os sinais. Vês e admiras; ele vê, admira e compreende…
[Via] SURIAN
15 de jun. de 2011
Ricardo Gondim e os Criticos de Plantão

Quem acompanha o LION OF ZION sabe que não costumo focar o conteúdo do blog em situações que se sucedem com os indivíduos; por mais que sejam os erros que estes cometam.
Não me sinto a vontade em levar critica ao comportamento de um individuo. Creio que o Pai trata com cada um individualmente.
Existe uma voracidade de algumas pessoas em criticar e acastelar a própria critica com uma ampla tenacidade e assim tornando-se refém dessa critica.
Também existem aqueles que se tornam voluntariamente criticáveis como o caso mais recente no meio cristão.
Ricardo Gondim é o nome da vez, ele tornou-se o peso e a medida na balança dos autoproclamados defensores da fé. Acredito que todos conhecem a fama que precede o nome de Gondim – um pastor amável que marcou a minha vida e validou a minha fé no que diz respeito ao que “a igreja proíbe e a bíblia permite”, me fez encarar o evangelho de forma mais orgânica, me fez a entender que com o amor tudo fica mais fácil de compreender e de viver.
O evangelicalismo brasileiro vive dias tensos de lutas politicamente corretas sobre o homossexualismo, de corrupção nos templos, de idéias turvas sobre os pilares do cristianismo entre propensões teológicas embrulhadas como novidade para serem aceitas, sendo que, na verdade são velhas idéias rejeitadas há muito tempo.
Gondim com coragem se voluntariou a critica quando por sua vez expôs suas idéias sobre o homossexualismo para a Carta Capital, tocou na ferida dos crentes e desmentiu aquele que até então o vinha chamando de bundão.
Querendo estar em conformidade com a maioria evangélica a Revista Ultimato tentou apagar uma história de 20 anos demitindo um de seus melhores colunistas.
Pratico no meu cotidiano a teologia reformada, digo que pratico por que uma teologia só se fundamenta com vivência e experiência diária. A teologia reformada torna minha fé sã, faz com que eu compreenda como andar no caminho da graça imerecida. Mas principalmente me faz entender que o Pai não confunde os que são seus.
O que eu creio é o oposto do que o Gondim ensina (Teísmo Aberto), mas não posso mentir que antes não partilhei de várias idéias dele e hoje não posso jogá-lo no lixo, mas com todo amor posso partilhar do pão com ele retendo o que é bom.
Gondim não é o Martin Luther King brasileiro, não consigo enxergá-lo assim como os seus discípulos o enxergam (clique aqui). Não usem de “coitadismo “ para defende-lo, fica caricato, improdutivo e idiotizado.
Contudo, agora existe uma vigilância sobre o que o Ricardo Gondim faz e diz como no vídeo postado onde ele fala sobre a vinda de Cristo (ou a não vinda) postado em vários blogs.
Não creio que o amor de Deus relativiza o que Ele faz ou que Ele é, o amor está em Deus e só conhecemos o amor verdadeiro nos relacionando com Ele por meio da fé. A Soberania não faz com que o Pai não seja pai, mas faz com que seja um pai-amigo e presente em todos os nossos momentos de dor.
A Soberania não nos distancia Dele, mas nos cativa por um relacionamento incomum e sem limites “atemporalmente”. Eu vivo isso diariamente, é o meu pão de cada dia, mas considero todas as demais coisas e retenho o que é bom.
Pelo menos para mim ainda existem coisas a se reter de Gondim, Caio Fabio e até mesmo Malafaia (mesmo que sejam raros os momentos bons, ainda há estes momentos). Por outro lado cada qual examine o que é bom e digno de reter que no mais o que se vê por ai é o levantamento de polêmicas para se levantar o prestígio.
Vaidade tudo é vaidade.
13 de jun. de 2011
Nova Ordem Espiritual
“Venha o teu Reino”, dirão de boa vontade todos aqueles que anseiam por melhores dias porque sabem que o Reino de Deus significa a hegemonia de valores que estão faltando nos reinos terrenos. Não se trata de uma revolução violenta visando a transformações políticas e transferência de autoridade civil: trata-se de ume mudança profunda no próprio ser do homem, não importando e tipo de governo do país em que mora, visando a uma transferência de autoridade
moral.
Cada pessoa que faz esta oração tem de sentir que é preciso começar por ela mesma para conseguir qualquer coisa. Mais justiça, mais paz, maior elevação moral, tudo depende de cada um.
“A sede do Reino a que se refere Jesus é o coração: “…Interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o Reino de Deus respondeu-lhes Jesus dizendo: “O Reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou ei-lo ali: porque eis que o Reino de Deus está dentro de vós”. (Lc 17:20-21).
O Reino de Deus é, pois, alguma coisa que transcende as limitações de tempo e espaço.
No sermão que o Mestre proferiu sobre o Reino de Deus, conhecido como o Sermão do Monte, o centro em torno do qual giravam as idéias pregadas era: “Buscai primeiramente o Reino de Deus e a sua justiça e todas as demais cousas vos serão acrescentadas”.
Nesse sermão aparecem as características daqueles que fazem parte do Reino que Jesus veio implantar aqui na terra. Estão enumeradas nas famosas bem-aventuranças: a humildade, a aspiração da justiça, a misericórdia, a pureza de coração, o ânimo pacífico.
Os direitos de cidadania nesse Reino são adquiridos mediante um processo muito simples que, entretanto, nenhum dinheiro pode comprar: o novo nascimento. Para encontrar a vida eterna — o prêmio natural da entrada no Reino — “é necessário nascer de novo”, disse Jesus.
Cousa muito diferente de simplesmente repetir de vez em quando “Venha o teu Reino” é viver de conformidade com essa aspiração, ser cooperador de Deus, como dizia o apóstolo São Paulo.
Oxalá o leitor forme no número daqueles que cooperam com o Reino de Deus para o estabelecimento de uma era de paz e felicidade, quando os homens se sentirão todos irmãos, porque terão a Deus como o Pai Celestial, e o seu mais espontâneo impulso será harmonizar as duas vontades, a divina e a humana, com a primeira por padrão.





