8 de dez. de 2012
Comparações: O Catecismo de Heidelberg, a Confissão Helvética e a Confissão de Westminster
27 de abr. de 2012
Os vacilantes, falhos e gananciosos homens que tentam barganhar com Deus
26 de mar. de 2012
Quer mudar o mundo? Mude-se intimamente em comunhão com o Pai
24 de fev. de 2012
Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou
9 de set. de 2011
25 de ago. de 2011
Bispo justifica pedofilia: 'tem criança que provoca'
"Se ficares distraído, provocam-te". Refere-se assim a meninos de 13 anos. O bispo Bernardo Álvarez encerra nesta justificativa a origem de um crime: os abusos sexuais contra menores.Em uma entrevista concedida ao diário La Opinión de Tenerife, o bispo desenvolve a ideia até contestar à jornalista que, previamente, lhe tinha assinalado que "a diferença entre uma relação homossexual e um abuso está clara". Por se persistirem as dúvidas, a entrevistadora recorda ao bispo que "um abuso é uma relação não consentida". A resposta do prelado não deixa lugar para as dúvidas:
23 de ago. de 2011
Acusações infundadas contra missionários são retiradas da Internet
Departamento de Comunicação da FUNAI, tomando conhecimento de que acusações imputadas a membros da Missão Novas Tribos do Brasil (MNTB) que atuaram entre a população indígena Zo’é, no estado do Pará, já foram investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Santarém e consideradas improcedentes, decidiu retirar de seu website as matérias que continham algum tipo de declaração acusatória.19 de ago. de 2011
Sociólogo destaca papel da Igreja no avanço político brasileiro
“Entendo que algumas das conquistas brasileiras no âmbito dos direitos sociais são devidas ao corajoso e decisivo empenho da Igreja Católica e de algumas igrejas protestantes a ela associadas nessas questões, como a Igreja de Confissão Luterana”, disse o sociólogo em entrevista para Sylvia Miguel, do jornal da USP.
17 de ago. de 2011
Jesus Caminhando sobre a Água - Um sermão sarcastico e sério não sobre o que você tem que fazer, mas sobre o que você é
16 de ago. de 2011
O Evangelicalismo Pós-Stott
C S Lewis e Tolkien Debate Mitos e Mentiras
***Para ver o vídeo legendado clique em CC no próprio vídeo e selecione o idioma da legenda.
15 de ago. de 2011
A Descoberta de um Deus de Todos – Parte II
11 de ago. de 2011
9 de ago. de 2011
Confissões Agostinianas
Frases Soltas - C.S. Lewis
4 de jul. de 2011
O Evangelho Maltrapilho
Creio que a Reforma realmente começou no dia em que Martinho Lutero orou sobre o significado das palavras de Paulo em Romanos 1:17: “visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé”.Como muitos cristãos dos nossos dias, Lutero se debatia noite adentro com a questão fundamental: de que forma o evangelho de Cristo podia ser realmente chamado de “Boa Nova” se Deus é um juiz justo que retribui aos bons e pune os perversos?
Será que Jesus veio realmente revelar essa terrível mensagem? De que forma a revelação de Deus em Cristo Jesus poderia ser acuradamente chamada de “Nova”, já que o Antigo Testamento defendia o mesmo tema, ou de “Boa”, com a ameaça de punição suspensa como uma nuvem escura sobre o vale da história?
30 de jun. de 2011
27 de jun. de 2011
Brincar de Cristianismo
17 de jun. de 2011
A Linguagem dos Milagres (Sto Agostinho)
Os milagres realizados por Nosso Senhor Jesus Cristo são obras divinas e convidam o espírito humano a elevar-se das coisas visíveis ao conhecimento de Deus.
E como Deus não é de natureza que possa ser visto pelos olhos do corpo; e como, de outro lado, os milagres que ele realiza ao governar e administrar a Criação, tornaram-se tão comuns pela sua freqüência, que ninguém presta atenção à admirável e espantosa ação de Deus na menor semente, ele reservou-se, em sua misericórdia, a realização de certos fatos, em momentos oportunos, fora do curso habitual da natureza.
Assim os homens passam a ficar admirados, presenciando fatos raros, embora não maiores do que os que se consideraram vulgares, em razão da assiduidade com que se realizam.
Governar todo o mundo é maior maravilha do que saciar cinco mil homens com cinco pães. Todavia, ninguém se admira com aquilo, mas se enche de admiração por isto, não porque seja maior, mas porque não é freqüente.
Quem sustenta ainda hoje o universo inteiro, se não aquele que, a partir de poucas sementes, multiplica as searas? Há aqui uma operação divina. A multiplicação de poucos grãos, de que resulta a produção das searas, é feita pelo mesmo que, nas suas mãos, multiplicou os cinco pães. Nas irão de Cristo estava esse poder.
Os cinco pães eram, de certo modo, sementes que, se não foram lançadas à terra, foram multiplicadas por aquele que fez a terra.
Foi, pois, apresentado aos sentidos um meio de, e elevar o espírito, foi dada aos olhos uma ocasião de se exercitar a inteligência, e de nos fazer contemplar, através de obras visíveis, o Deus invisível.
Mas não é a única coisa que devemos considerar nos milagres de Cristo. Perguntemos aos próprios milagres o que eles nos dizem de Cristo: se soubermos compreendê-los, veremos que eles têm a sua linguagem.
Cristo é o Verbo de Deus, e todo ato realizado pelo Verbo é para nós uma palavra.
Já notamos, pela narração feita no evangelho, a grandeza deste milagre, a multiplicação dos pães. Investiguemos agora a sua profundeza. Não nos deleitemos apenas com a aparência exterior do fato, perscrutemos seu segredo, pois o fato externo tem alguma coisa de íntimo.
Vemos, contemplamos, alguma coisa de grande, de sublime, e de inteiramente divino, pois só Deus o pode realizar, e então, pela consideração da obra, somos levados a louvar o autor. Se víssemos, em qualquer parte, uma carta muito bem escrita, não nos bastaria elogiar o copista que desenhou as letras com tanta beleza e perfeição, mas deveríamos ler o que elas exprimem.
Da mesma forma, quem observa o fato, agrada-se com sua beleza, e admira seu autor; mas quem compreende o sentido faz por assim dizer a sua leitura. Uma coisa é ver uma pintura, contentar-se com ver e louvar esse trabalho já o mesmo não se dá cem uma carta, pois somos convidados a ler o que ela diz.
Quando vês uma carta e não a sabes ler, perguntas: “que está escrito aqui?” já vês algo, e todavia ainda perguntas. E aquele a quem pedes o entendimento do que vês te mostrará algo mais. Ele tem um poder de visão, tu tens outro. Será que não vês como ele os caracteres? E, no entanto, não conheces como ele os sinais. Vês e admiras; ele vê, admira e compreende…
[Via] SURIAN
15 de jun. de 2011
Ricardo Gondim e os Criticos de Plantão

Quem acompanha o LION OF ZION sabe que não costumo focar o conteúdo do blog em situações que se sucedem com os indivíduos; por mais que sejam os erros que estes cometam.
Não me sinto a vontade em levar critica ao comportamento de um individuo. Creio que o Pai trata com cada um individualmente.
Existe uma voracidade de algumas pessoas em criticar e acastelar a própria critica com uma ampla tenacidade e assim tornando-se refém dessa critica.
Também existem aqueles que se tornam voluntariamente criticáveis como o caso mais recente no meio cristão.
Ricardo Gondim é o nome da vez, ele tornou-se o peso e a medida na balança dos autoproclamados defensores da fé. Acredito que todos conhecem a fama que precede o nome de Gondim – um pastor amável que marcou a minha vida e validou a minha fé no que diz respeito ao que “a igreja proíbe e a bíblia permite”, me fez encarar o evangelho de forma mais orgânica, me fez a entender que com o amor tudo fica mais fácil de compreender e de viver.
O evangelicalismo brasileiro vive dias tensos de lutas politicamente corretas sobre o homossexualismo, de corrupção nos templos, de idéias turvas sobre os pilares do cristianismo entre propensões teológicas embrulhadas como novidade para serem aceitas, sendo que, na verdade são velhas idéias rejeitadas há muito tempo.
Gondim com coragem se voluntariou a critica quando por sua vez expôs suas idéias sobre o homossexualismo para a Carta Capital, tocou na ferida dos crentes e desmentiu aquele que até então o vinha chamando de bundão.
Querendo estar em conformidade com a maioria evangélica a Revista Ultimato tentou apagar uma história de 20 anos demitindo um de seus melhores colunistas.
Pratico no meu cotidiano a teologia reformada, digo que pratico por que uma teologia só se fundamenta com vivência e experiência diária. A teologia reformada torna minha fé sã, faz com que eu compreenda como andar no caminho da graça imerecida. Mas principalmente me faz entender que o Pai não confunde os que são seus.
O que eu creio é o oposto do que o Gondim ensina (Teísmo Aberto), mas não posso mentir que antes não partilhei de várias idéias dele e hoje não posso jogá-lo no lixo, mas com todo amor posso partilhar do pão com ele retendo o que é bom.
Gondim não é o Martin Luther King brasileiro, não consigo enxergá-lo assim como os seus discípulos o enxergam (clique aqui). Não usem de “coitadismo “ para defende-lo, fica caricato, improdutivo e idiotizado.
Contudo, agora existe uma vigilância sobre o que o Ricardo Gondim faz e diz como no vídeo postado onde ele fala sobre a vinda de Cristo (ou a não vinda) postado em vários blogs.
Não creio que o amor de Deus relativiza o que Ele faz ou que Ele é, o amor está em Deus e só conhecemos o amor verdadeiro nos relacionando com Ele por meio da fé. A Soberania não faz com que o Pai não seja pai, mas faz com que seja um pai-amigo e presente em todos os nossos momentos de dor.
A Soberania não nos distancia Dele, mas nos cativa por um relacionamento incomum e sem limites “atemporalmente”. Eu vivo isso diariamente, é o meu pão de cada dia, mas considero todas as demais coisas e retenho o que é bom.
Pelo menos para mim ainda existem coisas a se reter de Gondim, Caio Fabio e até mesmo Malafaia (mesmo que sejam raros os momentos bons, ainda há estes momentos). Por outro lado cada qual examine o que é bom e digno de reter que no mais o que se vê por ai é o levantamento de polêmicas para se levantar o prestígio.
Vaidade tudo é vaidade.





