25 de mai. de 2012
24 de fev. de 2012
Com doença terminal, pastor de megaigreja afirma que sua fé mudou
16 de set. de 2011
5 Expressões mais mal usadas por evangélicos
14 de set. de 2011
Sócrates, Amy e o nosso vício por escândalos
1 de set. de 2011
Eu não sei orar
20 de ago. de 2011
Documentário Atrás da Porta
18 de ago. de 2011
Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros
15 de ago. de 2011
A Descoberta de um Deus de Todos – Parte II
9 de ago. de 2011
Frases Soltas - C.S. Lewis
27 de jul. de 2011
Morre John Stott
Morre hoje alguém que recentemente aprendi a admirar e a ler.
12 de jul. de 2011
Prato Sem Gosto
*Eugene de Blaas*"Uma inércia espiritual é nossa inimiga; uma tempestade talvez seja nossa amiga. A controvérsia talvez provoque pensamento, e por meio dele talvez venha a mudança espiritual necessária."
30 de jun. de 2011
28 de jun. de 2011
A Farsa Moral do Politicamente Correto
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O leitor já notou que, cada vez mais, diversas opiniões ou atitudes a respeito dos mais variados assuntos (culturais, científicos, políticos, sociológicos, até esportivos) são facilmente qualificadas de preconceituosas ou discriminatórias? E em nome da ideologia do “anti-preconceito” e da “não-discriminação” nosso modo de pensar e de agir é cada vez mais policiado? Policiado socialmente, policiado midiaticamente (se me permitem o termo).
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Pode parecer contraditório, mas essa ideologia – e a mentalidade que ela gera – é ela, sim, profundamente discriminatória e cerceadora do direito de expressar idéias, em relação a todos os que não professam seus valores, ou melhor seus contra-valores.
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Furor “não discriminatório”
Faça um teste! Dê, por exemplo, uma opinião contrária ao “casamento” homossexual, à adoção de crianças por “casais” homossexuais, ou formule um julgamento moral a respeito da homossexualidade e logo verá as patrulhas do pensamento “não discriminatório” se levantarem com furor, brandindo a acusação de homofobia, um epíteto de contornos mal definidos com o qual se pretende voltar a hostilidade pública contra alguém.
Se essa opinião for dada publicamente, com repercussão mediática, o furor “não discriminatório” subirá vários decibéis e contará com a preciosa colaboração de uma parte considerável do jornalismo engajado, que ampliará esse histerismo ideológico.
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Estamos em presença do pensamento “politicamente correto”, que se tornou verdadeiramente policialesco em relação ao pensamento e à linguagem.
Alvos selecionados
Mas vejam bem, toda esta máquina de indignação tem seus métodos e metas, tem seus inimigos e cúmplices e escolhe os momentos e os personagens alvos de sua inconformidade.
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Há poucos dias Evo Morales, o presidente da Bolívia, em uma de suas investidas anticapitalistas, defendia o “socialismo comunitário em harmonia com a terra”. Em determinado momento, afirmou que o consumo de transgênicos e de frangos alimentados com hormônios femininos causam a calvície, a homossexualidade e a impotência sexual (cfr. Valor e O Estado de S. Paulo 22.abr.2010).
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Era de se esperar que o furor anti-homofóbico explodisse internacionalmente. Imagine-se que as afirmações tivessem sido proferidas pelo ex-presidente norte-americano George W. Bush, um alvo preferencial da mídia “politicamente correta”. A gritaria “anti-homofóbica” teria preenchido os espaços mediáticos, e os leões do pensamento “não discriminatório” teriam rasgado suas vestes em público.
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Mas como a afirmação foi feita por Evo Morales, um membro da grei ideológica onde prolifera a ideologia do politicamente correto e onde o ativismo pró-homossexual tem sua guarida, os protestos foram bem minguados e tiveram um eco diminuto na mídia.
Silencioso marxismo cultural
Ao comentar este e outros episódios, o jovem e brilhante jornalista Henrique Raposo, no semanário Expresso de Lisboa (23.abr.2010) respondeu à pergunta: O que é o politicamente correto?
São trechos desse artigo que hoje quero compartilhar com os que acompanham o Radar da Mídia:
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“I. O “Politicamente correto” é, se quiserem, um silencioso marxismo cultural. Se o velho marxismo era uma coisa de massas, este novo marxismo é uma coisa silenciosa. O politicamente correto não é uma ideologia coletiva. É, isso sim, uma crença privada. Mas, atenção, é uma crença privada partilhada, em silêncio, por milhões. É um manual de comportamento e de policiamento do pensamento e do vocabulário.
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II. O velho marxismo assentava numa simples dicotomia moralista: havia os “bons”, os operários, e os “maus”, os burgueses. O novo marxismo cultural readaptou essa lógica para a esfera cultural, religiosa e étnica: há o “mau”, o Ocidente branco, e há o “bom”, o resto do mundo não-ocidental. Isto, como é óbvio, gera a farsa moral dopoliticamente correto. Uma farsa que mina o debate das nossas sociedades.
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III. Um exemplo desta farsa: há dias, Evo Morales disse uma barbaridade: os transgênicos, segundo o Presidente da Bolívia, causam a terrível doença da homossexualidade. Esta declaração, que é um absurdo, não causou polêmica. Os “tolerantes” do costume não reagiram. Se tivesse sido um líder ocidental a dizer semelhante disparate, oh meu Deus, tinha caído o Carmo e a Trindade. Mas como foi um “indígena” da Bolívia, as boas consciências calaram-se. Tal como se calaram perante o racismo de Lula da Silva (“esta crise é da responsabilidade de louros de olhos azuis”) ou perante a ignorância criminosa de líderes africanos (“a AIDS é uma invenção ocidental”). Pior: os “tolerantes” são incapazes de criticar a “homofobia” de Morales, mas já são capazes de me apelidar de “racista” só pelo fato de eu criticar Morales. É esta a hipocrisia vital do chamado “politicamente correto”.”
27 de jun. de 2011
Brincar de Cristianismo
17 de jun. de 2011
A Irrelevância Cristã
Por Marco Alcantara
Observo a cristandade - dentro dela diversos segmentos - e sempre me pergunto onde está a graça?
Observo as questões levantadas e não sinto a mínima vontade de comentar, interagir sobre seus assuntos, dilemas e esperanças. São questões que me parecem tão irrelevantes e tão banais.
Vejo as pessoas querendo buscar um olhar diferente de Deus ou somente chamar a atenção de um ser que dentro da fé que confessamos é Onisciente. Diante disso me calo e ignoro, ou pelo menos tento.
Vomitar toda a teologia sem vivenciá-la é irrelevante, mesmo que está teologia vá de encontro ao mais profundo teólogo póstumo ou a era pentecostal e suas estranhezas.
Pensar num cristianismo pragmático onde tudo deve ser pesado, pensado e posto em prática se tornou um discurso tão irrelevante por causa da banalidade de querer ser o melhor cristão do mundo que se equipara às questões rotineiras como decidir a roupa - ou no caso máscara e fantasia - que irá vestir.
Realmente é pura banalidade e irrelevância querer ser "visto" por Deus dentro do cristianismo vivenciado dessa forma. Digo isso pelos dogmas e divergências que existem mais debaixo para cima do que de cima para baixo.
Afinal existe um Deus pessoal e onisciente; então por que no meio do aglomerado de pessoas pedintes, em meio a gritos e histerias de uma demonstração bisonha de um falso poder tentamos chamar sua atenção?
Apesar de que creio serem irrelevantes as questões que trazem a pauta a unidade dos segmentos cristãos e suas idéias, regras, liturgias engessadas e dificuldades. Afinal o cristianismo nunca será uníssono, pois ele foi feito, e é praticado por pessoas que são tão diferentes entre si que nunca chegarão à utopia desejada e tão sonhada por alguns.
Creio serem irrelevantes as questões da cristandade por que somos crianças brincando de ter um “deus de pelúcia” que está pronto para tratar as nossas carências da maneira mais útil a nós mesmos. O problema é que existem tantas outras crianças com seus “deuses bonecos poderosos” desejosos para si e somente para si o que você que se acha único quer.
E nisso há o conflito que será ganho pela criança que tem o boneco mais armado pela sua “fé”.
São irrelevantes as nossas questões por que somos os peseudo-intelectuais-teologos de uma fé enlatada, rotulada posta numa prateleira duma loja gospel esperando o próximo movimento cristão que possivelmente será chamado de revelação profética, avivamento ou novo movimento cristão. Sendo que na verdade só existe a inércia daqueles irrelevantes cristãos que brincam de ter “deus” e são empurrados pelos que vem de trás e querem ser os primeiros.
Quando eu quero as respostas mais relevantes dentro do contexto cristão, simplesmente desligo meu computador, abro minha bíblia, leio, depois tapo meus olhos e ouvidos, cesso de falar e vou viver lá fora onde as pessoas que também vivem estão.
Então não me procure dentro de um segmento religioso que não irá me achar sentado buscando a atenção de um ser divino.
Vou lá fora viver no mundo que Deus criou e está me relacionar com meu próximo.
15 de jun. de 2011
Ricardo Gondim e os Criticos de Plantão

Quem acompanha o LION OF ZION sabe que não costumo focar o conteúdo do blog em situações que se sucedem com os indivíduos; por mais que sejam os erros que estes cometam.
Não me sinto a vontade em levar critica ao comportamento de um individuo. Creio que o Pai trata com cada um individualmente.
Existe uma voracidade de algumas pessoas em criticar e acastelar a própria critica com uma ampla tenacidade e assim tornando-se refém dessa critica.
Também existem aqueles que se tornam voluntariamente criticáveis como o caso mais recente no meio cristão.
Ricardo Gondim é o nome da vez, ele tornou-se o peso e a medida na balança dos autoproclamados defensores da fé. Acredito que todos conhecem a fama que precede o nome de Gondim – um pastor amável que marcou a minha vida e validou a minha fé no que diz respeito ao que “a igreja proíbe e a bíblia permite”, me fez encarar o evangelho de forma mais orgânica, me fez a entender que com o amor tudo fica mais fácil de compreender e de viver.
O evangelicalismo brasileiro vive dias tensos de lutas politicamente corretas sobre o homossexualismo, de corrupção nos templos, de idéias turvas sobre os pilares do cristianismo entre propensões teológicas embrulhadas como novidade para serem aceitas, sendo que, na verdade são velhas idéias rejeitadas há muito tempo.
Gondim com coragem se voluntariou a critica quando por sua vez expôs suas idéias sobre o homossexualismo para a Carta Capital, tocou na ferida dos crentes e desmentiu aquele que até então o vinha chamando de bundão.
Querendo estar em conformidade com a maioria evangélica a Revista Ultimato tentou apagar uma história de 20 anos demitindo um de seus melhores colunistas.
Pratico no meu cotidiano a teologia reformada, digo que pratico por que uma teologia só se fundamenta com vivência e experiência diária. A teologia reformada torna minha fé sã, faz com que eu compreenda como andar no caminho da graça imerecida. Mas principalmente me faz entender que o Pai não confunde os que são seus.
O que eu creio é o oposto do que o Gondim ensina (Teísmo Aberto), mas não posso mentir que antes não partilhei de várias idéias dele e hoje não posso jogá-lo no lixo, mas com todo amor posso partilhar do pão com ele retendo o que é bom.
Gondim não é o Martin Luther King brasileiro, não consigo enxergá-lo assim como os seus discípulos o enxergam (clique aqui). Não usem de “coitadismo “ para defende-lo, fica caricato, improdutivo e idiotizado.
Contudo, agora existe uma vigilância sobre o que o Ricardo Gondim faz e diz como no vídeo postado onde ele fala sobre a vinda de Cristo (ou a não vinda) postado em vários blogs.
Não creio que o amor de Deus relativiza o que Ele faz ou que Ele é, o amor está em Deus e só conhecemos o amor verdadeiro nos relacionando com Ele por meio da fé. A Soberania não faz com que o Pai não seja pai, mas faz com que seja um pai-amigo e presente em todos os nossos momentos de dor.
A Soberania não nos distancia Dele, mas nos cativa por um relacionamento incomum e sem limites “atemporalmente”. Eu vivo isso diariamente, é o meu pão de cada dia, mas considero todas as demais coisas e retenho o que é bom.
Pelo menos para mim ainda existem coisas a se reter de Gondim, Caio Fabio e até mesmo Malafaia (mesmo que sejam raros os momentos bons, ainda há estes momentos). Por outro lado cada qual examine o que é bom e digno de reter que no mais o que se vê por ai é o levantamento de polêmicas para se levantar o prestígio.
Vaidade tudo é vaidade.
1 de jun. de 2011
Igreja: como (não) está na Bíblia
Termos que você não encontra na Bíblia:
"Esta é minha igreja"
"Eu vou à igreja"
"Eu sou membro da igreja tal-e-tal"
"Eu pertenço à igreja tal-e-tal"
"Eu frequento a igreja"
"Eu fui aceito no rol de membros dessa igreja"
"Meu pastor"
"Venha para minha igreja"
"Eu troquei de igreja"
Termos que você encontra na Bíblia:
"Todos somos um corpo..." (Ef 4:4)
"Existe apenas um Senhor, uma fé, um batismo,..." (Ef 4:5)
"Sempre se mantenham unidos no Espirito Santo..." (Ef 4:3)
"Vocês são membros da família de Deus" (Ef 2:19)
"Pois como membros de um corpo, todos vocês foram chamados para viver em paz..." (Col 3:15)"
... pois todos somos membros de um corpo" (Ef 4:25)
"a igreja em Jerusalem", "a igreja em Antioquia" (Atos 11:22; 13:1)
"sigamos as coisas que servem para a paz (na igreja)" (Rom 14:19)
"Cristo e a igreja são um" (Ef 5:32)
30 de mai. de 2011
Para que Igreja ?
A idéia de igreja surge com a finalidade primordial de domesticar o homem, impor-lhe objeções e dirigir seus passos em nome de deus, fazendo oposição aos mais íntimos desejos do homem de forma que o mesmo sinta vergonha e remorso de ser o que é, e a todos quantos se opuseram foram chamados de herege e se não foram banidos foram mortos, desde então a igreja assumiu o status quo ao qual são submetidos milhares de pessoas ao redor do planeta.
[Fonte] Novo Começo
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LOZ: Achei o texto pertinente e útil como exortação a quem congrega (eu congrego). Mas claro que sempre deve ser entendido e não sub-entendido que a Igreja como ajuntamento do corpo terá problemas tanto emergentes como institucionais. Afinal, qualquer ajuntamento de pessoas é falho justamente por ser constituido de pessoas, que naturalmente erram quer sejam batistas, presbiterianos, metodistas, pentecostais e afins.
A igreja é necessária desde que se proponha a transformar o local onde está, integralmente. Toda forma de poder só é validada verdadeiramente na forma do serviço (mordomia).
Espero que tenhamos maturidade para criticarmos o que realmente merece e que ainda não nos tornemos reféns da critica.
Contudo, se queremos mudar alguma coisa na periferia de nossa aldeia eclesiastica que comecemos pintando-a com tons de vida.


