9 de set. de 2011
26 de ago. de 2011
Não Idolatre o seu Líder
Diga-me, o que você diria de alguém que diz que sua denominação é a melhor? Que prega o tal evangelho da prosperidade sem parar? Que sua mensagem tem um foco terreno e na vida financeira somente? Diria que é um falso líder? Que está errado? Mas se eu disser que este homem é o pastor Raul Cavalcante? Ou o Silas Malafaia? Seu pastor ou líder? Essas mentiras passariam a não ser tão erradas assim? 22 de ago. de 2011
Silas Malafaia compara homossexual a traficante e a serial killer
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| 'Somos maioria absoluta neste país' |
Afirmou: “Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele”.
20 de ago. de 2011
Grupos gays ameaçam entrar na Justiça contra outdoor de evangélicos
Ribeirão Preto terá Parada do Orgulho Gay no próximo domingo (21).
Pastor refuta homofobia porque 'Bíblia está escrita há milhares de anos'.
15 de jun. de 2011
Ricardo Gondim e os Criticos de Plantão

Quem acompanha o LION OF ZION sabe que não costumo focar o conteúdo do blog em situações que se sucedem com os indivíduos; por mais que sejam os erros que estes cometam.
Não me sinto a vontade em levar critica ao comportamento de um individuo. Creio que o Pai trata com cada um individualmente.
Existe uma voracidade de algumas pessoas em criticar e acastelar a própria critica com uma ampla tenacidade e assim tornando-se refém dessa critica.
Também existem aqueles que se tornam voluntariamente criticáveis como o caso mais recente no meio cristão.
Ricardo Gondim é o nome da vez, ele tornou-se o peso e a medida na balança dos autoproclamados defensores da fé. Acredito que todos conhecem a fama que precede o nome de Gondim – um pastor amável que marcou a minha vida e validou a minha fé no que diz respeito ao que “a igreja proíbe e a bíblia permite”, me fez encarar o evangelho de forma mais orgânica, me fez a entender que com o amor tudo fica mais fácil de compreender e de viver.
O evangelicalismo brasileiro vive dias tensos de lutas politicamente corretas sobre o homossexualismo, de corrupção nos templos, de idéias turvas sobre os pilares do cristianismo entre propensões teológicas embrulhadas como novidade para serem aceitas, sendo que, na verdade são velhas idéias rejeitadas há muito tempo.
Gondim com coragem se voluntariou a critica quando por sua vez expôs suas idéias sobre o homossexualismo para a Carta Capital, tocou na ferida dos crentes e desmentiu aquele que até então o vinha chamando de bundão.
Querendo estar em conformidade com a maioria evangélica a Revista Ultimato tentou apagar uma história de 20 anos demitindo um de seus melhores colunistas.
Pratico no meu cotidiano a teologia reformada, digo que pratico por que uma teologia só se fundamenta com vivência e experiência diária. A teologia reformada torna minha fé sã, faz com que eu compreenda como andar no caminho da graça imerecida. Mas principalmente me faz entender que o Pai não confunde os que são seus.
O que eu creio é o oposto do que o Gondim ensina (Teísmo Aberto), mas não posso mentir que antes não partilhei de várias idéias dele e hoje não posso jogá-lo no lixo, mas com todo amor posso partilhar do pão com ele retendo o que é bom.
Gondim não é o Martin Luther King brasileiro, não consigo enxergá-lo assim como os seus discípulos o enxergam (clique aqui). Não usem de “coitadismo “ para defende-lo, fica caricato, improdutivo e idiotizado.
Contudo, agora existe uma vigilância sobre o que o Ricardo Gondim faz e diz como no vídeo postado onde ele fala sobre a vinda de Cristo (ou a não vinda) postado em vários blogs.
Não creio que o amor de Deus relativiza o que Ele faz ou que Ele é, o amor está em Deus e só conhecemos o amor verdadeiro nos relacionando com Ele por meio da fé. A Soberania não faz com que o Pai não seja pai, mas faz com que seja um pai-amigo e presente em todos os nossos momentos de dor.
A Soberania não nos distancia Dele, mas nos cativa por um relacionamento incomum e sem limites “atemporalmente”. Eu vivo isso diariamente, é o meu pão de cada dia, mas considero todas as demais coisas e retenho o que é bom.
Pelo menos para mim ainda existem coisas a se reter de Gondim, Caio Fabio e até mesmo Malafaia (mesmo que sejam raros os momentos bons, ainda há estes momentos). Por outro lado cada qual examine o que é bom e digno de reter que no mais o que se vê por ai é o levantamento de polêmicas para se levantar o prestígio.
Vaidade tudo é vaidade.
30 de abr. de 2010
As Mentiras de Davi Silva e Nossas Atitudes
Mantenho o que foi dito no começo do ano; nós do Lion of Zion não vamos focar nossos textos nos criticáveis e polêmicos ícones evangélicos. Mas algo que vi logo no começo da sua divulgação através do Orkut e blogs que eu acompanho ainda está no meu pensamento.
Estou falando do caso do Davi Silva e a confissão de suas mentiras, algo que me fez meditar bastante. Não por sua atitude ou sobre aquele que erra e se arrepende. Sendo que sobre essa pessoa que se declara arrependida não cabe a eu criticar, julgar ou decretar qualquer grau de verdade em seu arrependimento; mesmo quando o ato é feito de um jeito cômodo através de uma câmera na espera da velocidade virtual para correr pelo mundo.
Não posso participar da insanidade de medir a verdade e a consternação dos outros. Excluo-me deste tipo de avaliação e deixo para aqueles que em nenhum dia de suas vidas mentiram e que ainda pararam definitivamente de mentir para os filhos, mulheres e pais (como queria ter uma câmera na mão para confessar minhas “mentirinhas” para as pessoas que amo).
O que quero e sei que posso avaliar são:
1) O Senso Comum Cristão
2) O Comércio da Graça
3) O Narcisismo Espiritual
Estas são atitudes do nosso cotidiano cristão.
1) O Senso Comum Cristão - toda está situação demonstra o quanto o cristianismo está enrijecido em dogmas empedernidos, cerimoniais vazios e uma ortodoxia verbal debruçada no senso comum. Este senso comum nos faz crer em pastores infalíveis e acima de qualquer questionamento. Os protestantes não têm um só papa, mas vários. Acreditamos que os obreiros devam ser irrepreensíveis e confundimos o termo com infalibilidade e perfeição plena; por conseqüência não testamos ou questionamos nem profeta nem profecia. Abastecemos o combustível dos abusos em forma de ditadura, modismo e charlatanismo espiritual. Nosso senso comum triunfalista exige um Cristo super-herói e que seus representantes mais diretos apresentem episódios extraordinárias, testemunhos poderosos e tendências modernas. Davi silva não foi diferente, foi comum igual a todo mundo; oferecendo o que o povo queria Panis et circenses (pão e circo) ao custo da verdade. Nosso senso comum cristão está mudando (pela graça de Deus) e estamos começando a entender a humanidade dos líderes religiosos e suas possíveis falhas, e essa “abertura” contribuiu de certa forma para que o Davi Silva pudesse promover a verdade, mesmo que depois de mais de dez anos e da maneira mais confortável possível.
2) O Comércio da Graça – dizer que a graça não é de graça é ser redundante, por ser tão real em nosso meio; talvez por quase toda a história do cristianismo ela nunca foi de graça. Podemos lembrar de grandes exceções e lampejos de “gratuidade comum” visto em pessoas como: Dietrich Bonhoeffer, Teresa de Ávila, Ghandi, Madre Teresa de Calcutá entre outros. Davi Silva não foi, não é e ainda não será o único ainda a ganhar dinheiro com testemunhos, congressos, pregações e auto-proclamados dons espirituais. Agora ele declarou o defeito do produto, mas não garante a devolução do produto e o dinheiro de volta. Mas isso é comum, estamos acostumados a consumir produtos de propaganda enganosa que prometem o que nunca foi prometido no Reino pelo Pai.
3) Narcisismo Espiritual – Realmente cremos que ou sabemos tudo ou existem pessoas que sabem tudo do Reino, tudo sobre a graça e até mesmo tudo sobre Deus. Se assumíssemos que nada sabemos estaríamos dando um passo anterior a um conhecimento maior da graça. Estamos criando tendências teológicas, regras de como adorar e um modo único de viver o evangelho através do espetáculo de protagonistas que adotamos como utópicos. Os eventos do Reino podem ser falsificados por narcisismo espiritual, hipocrisia e sensacionalismo (que não passa de meias-verdades). Talvez estejamos nos bastando demais para querermos que outros trilhem um caminho exclusivo de integridade intimidando-os com promessas e testemunhos falsos.
De resto deixo uma frase de Oscar Wilde para pensarmos juntos:
“Há uma espécie de conforto na auto-condenação. Quando nos condenamos, pensamos que ninguém mais tem o direito de fazê-lo.”
30 de mar. de 2010
Evangelho Experimentado
Algumas pessoas são teóricas; outras são práticas. As primeiras explicam os procedimentos, mas muitas vezes não conseguem fazer. As outras fazem, mas não conseguem teorizar a prática ou ensinar o que fazem.
Cristo não levantou teorias, não escreveu e fez discípulos vivendo entre todos os que de forma pratica viviam a vida.
Será que Jesus Cristo só sabia escrever no chão?
Cristo era a prática o Verbo (ação e exemplo), escrever seria a teoria de uma prática que questionaríamos hoje. Tudo que é expresso de maior ensinamento por Cristo é a prática do amor a Deus e amor ao próximo e isso e nada mais que isso é o suficiente para dar divindade ao Verbo que cumpriu todos os mandamentos escritos na pratica do amor. E isso serve de exemplo quando damos muito mais valor à peculiaridade normativa da letra que muitas vezes mal posta mata fazendo-a tomar lugar da prática do amor.
A prática do amor diário me faz crer no Cristo Ressuscitado. Crer na divindade e também muito na humanidade de Cristo que o tornou um exemplo possível de sucessão procedente Dele.
Sem a teoria escrita pelo próprio Cristo a comunidade cristã que se desenvolveu ao redor das lembranças que tinham de Jesus, e que surgiu em sociedades bem diferentes daquela da qual ele mesmo era parte, teve de construir novas interpretações a respeito de quem era e o que havia dito e feito Jesus.
Não creio que essa conseqüência tenha sido prejudicial, nunca fomos autômatos e tolhidos de fazer interpretações. O exemplo e a prática de Cristo sem a teoria escrita observada e somente seguida nos permitiram isso.
O infeliz contratempo do amanhã é que os homens se tornem autômatos.
Em um futuro próximo temo que nós não vamos mais pecar por que decoraremos a teoria escrita e nos apegaremos apenas a letra e a letra nos matará arrancando nossa alma e autarquia fazendo de nós autômatos.
Poderíamos tanto entender que pela “vida vivida" o pecado simplismente é conseqüência da de nossa negligência. Se entendessemos isso vivenciaríamos a experiência e necessidade de nossos próprios dias, nossas aflições e alegrias revertendo tudo em favor do próximo.
Se eu negligenciar o amor, o aprendizado, o convívio com as pessoas e ainda negligenciar o reconhecimento dos meus próprios defeitos a conseqüência será a super idealização do que é errado e do que agride o meu próximo.
Sendo que entendo que o pecado não brota de coisas que pré-determinaram como pecado, mas sim creio que o pecado brota na consciência de forma individual e transmitido num ciclo interpessoal.
A escrita é importante assim como as teorias debruçadas nela, mas evangelho é prática, é teoria sintetizada na graça, é aprofundamento de relações, é coragem para viver a vida, é suportar a injustiça do mundo de peito aberto e sem fuga.
A escrita tem valor quando somos cartas vivas de letras transcendentes da covardia, dos regulamentos, do julgo e de todo convencionalismo.
A escrita não deve ser regra de fato e sim interpretação, experimento imprimido pelos que sofreram as mesmas dúvidas, perseguições e medos no passado e que nós mesmos passamos , e que destas coisas pela Graça tiramos lições de como suportar o que nos aflige sem que isso seja uma fórmula básica, simplista e metricamente apropriada.
Contudo que a escrita sirva para nós não como um martelo pronto para afundar cabeças e contrair cérebros, mas que ela seja inspiração muito mais do que poética, muito mais do que sincrética, muito mais do que dogmática.
O evangelho é acima de tudo prática não normativa, legalista ou engessada. Simplesmente viver, visitar um amigo, rir, ir onde seu amigo precisa de você, amar, estar onde você precisa estar juntando o que foi espalhado.
14 de mar. de 2010
Deus Não Tem Inimigos!

Os homens são hábeis manipuladores da verdade. Um pai pode se sentir aflito com as loucuras do filho, mas nunca cobiçaria condená-lo a um mal permanente.
Os manipuladores da verdade aspiram que Deus consista em ajuizar e punir de imediato os que não acedem aos mesmos princípios caducos e cismas populares. Se esse anseio fosse concreto significaria que uma parte da criação teria escapado do amor e das mãos do Pai.
Posso asseverar que quem aspira por um Deus justiceiro não distingue ao Pai de suas próprias obrigações e conhecimentos morais em relação ao que é Eterno e que só provem Dele.
Deus não tem inimigos e por implicação não fomos instituídos para sermos merecedores do inferno.
Coisa nenhuma é merecida tudo foi criado e dado por Ele. Muitos dos nossos critérios de méritos celestes e deméritos diabólicos fazem parte do nosso próprio senso de justiça.
A graça é imerecida e analogamente o inferno é imerecido. Uma reta justiça não é medida por méritos e deméritos temporais e manuseáveis. A justiça divina é reta pela imerecida graça e pelo amor que nos atavia no caminho dos homens de consciência.
Deus não tem inimigos e quem colaciona tempos passados, tradições orais e guerras territoriais passadas, presentes e futuras com essa máxima não compreende a graça e toda a sua afluência nos homens de todas as épocas.
Os que crêem no “justiceirismo” divino são como o irmão mais velho do pródigo, os que invejam aqueles que chegam depois e se assentam imerecidamente à mesa com o Pai, invejam o lugar que criam ser deles por direito. O pródigo que experimentou a injustiça do mundo sendo roubado em sua inocência aprendeu com a experiência e deu a prova do seu aprendizado voltando ao Pai.
O irmão mais velho espera a inimizade e conseqüente condenação como forma de satisfazer o seu princípio de justiça. Este nunca será acolhido por que Deus não tem inimigos e não admite quem os tem.

